Os dias que não voltarão, deixe para trás …

janeiro 18, 2012

“Não há o que temer, só o que aproveitar!”

Disse isso ao Chico, que passa um momento dificil por esses dias. Disse e acredito nisso. E tenho acreditado cada vez mais mais, casa dia mais, cada momento mais!

A verdade é que até a morte do meu pai, eu vivia numa inércia de urgência da vida. Como se tudo tivesse prazo pra acontecer. O primeiro beijo, o primeiro namorado, o primeiro sexo, faculdade, e tudo o mais. Eu me contorcia e sofria com os planos que o mundo fazia pra mim. Meus irmãos sempre fizeram coisas que ninguém aprovava, mas hoje eles se encaixam nas estatísticas gerais. Eu não. Depois que meu pai faleceu minha vida entrou em transe. E tudo o que eu consigo ver são cenas passando em camera lenta na minha frente, enquanto eu aproveito pra tomar um café com um velho amigo pelo centro da cidade! Meu pai morreu pra ensinar muita coisa pra muita gente, e pra mim ele ensinou que não há amanhã que compense o hoje! 

Eu não preciso ter pressa, eu posso demorar o tempo que for entre sair do banho e vestir a minha roupa. Eu posso escolher a música que eu quiser, eu posso dançar do jeito mais esdruxulo. Posso fazer o que eu quiser, no tempo que eu quiser! 

Eu levo a vida como eu quiser, e não o contrário … 

 

 

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