Loca, poca, boba …

novembro 19, 2010

De vez em quando, e agora com mais frequencia do que nunca, a gente faz isso na vida. Ou a vida faz isso com a gente. Ele, agora mais distante geograficamente, fica ainda mais distante emocionalmente falando. E eu sinto falta, sinto ciumes, sinto até um pouco de raiva dessas coisas acontecerem comigo e com aqueles que eu quero bem pertinho de mim. A minha vida não anda tão corrida quanto eu divulgo, e nem anda tão confusa quanto eu tento acreditar, mas é essa a desculpa que eu uso pela ligação não feita, pelo cinema nao assistido, pelo jantar desmarcado de última hora. Mas essa semana me doeu a ausência dele, talvez porque ele estivesse aqui nessa mesma cidade que eu, com os amigos que antes eram nossos, e agora são só dele. Talvez porque uma história mal formulada me tirou muitas coisas e pessoas, e eu não admito que me tire ele também. E ai eu percebi que não depende só dele, só de mim ou do universo. Depende de uma “querência” completa de que nossas vidas nao se separem. E não vão. Independente dele estar lá e eu aqui. É coisa de alma, e nisso eu acredito!

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